sexta-feira, outubro 17, 2003

Um dia de cão

Não exagero: estou há oito horas em volta de um problema informático que transformou o meu pc numa coisa descoordenada e «irreverente», assim tipo manifestante das propinas. Embora o «site meter», por exemplo, tenha sumido sem prestar contas, o principal «conflito» de software, de momento, parece sanado. E quem quer saber? Doem-me as costas, a cabeça e os olhos. Jantei mal e à pressa. A minha mulher, naturalmente, não fala comigo. Eu falo comigo - o que também não é um bom sinal.
Talvez me passem, as dores e a tendência, mas começo a fitar os computadores com um asco semelhante àquele que o estado-maior do PS com certeza dedica, hoje em dia, aos telemóveis. A culpa não é do progresso: é do atraso, que vai impedindo a existência de um Windows capaz, de um computador sem «conflitos» e, já agora, de um telemóvel inescrutável - a terceiros, claro.