quarta-feira, fevereiro 25, 2004

Dito de outra maneira (ou o melhor post de sempre de hoje):

«Mas o que me chateia é que, ao falarmos tanto da ficção dos Gibson, estamos a contribuir para o seu sucesso. Para que mais pessoas o vejam. (...) Nem toda a gente é parva, é certo, mas há uma imensa parte que o é. Se já é difícil, nos dias de hoje, acabar com os preconceitos de antanho em relação aos judeus, não ajuda nada deitar mais achas para a já imensa fogueira anti-semita que grassa por este mundo fora.
(...) É que esta questão não é entre católicos e judeus: é entre doentes mentais e gente sã.
E mais não digo porque, ao contrário do Nuno Guerreiro e do Francisco José Viegas, tendo a perder a calma, e a educação, com qualquer filho da puta anti-semita. E já falei de mais.»