segunda-feira, fevereiro 16, 2004

Pipi no Porto: subsídios para uma análise

1) O momento alto da noite foi, evidentemente, alcançado pela minha leitura dos textos do Pipi: até então, nunca ninguém conseguira retirar - no sentido de expulsar, fazer sumir - toda a graça dos ditos.

2) Se pudesse, atirava a culpa do sucedido para cima de um jantar deglutido à pressão devido aos compromissos horários. Infelizmente, o João participou nesse jantar e saiu-se para lá de bem.

3) Dos blogueiros presentes, e que eu não conhecia, apenas se me revelaram a Papoila, o Senhor Carne e o Luís Rocha, meu caríssimo conterrâneo (bom, mais ou menos - o conterrâneo, não o caríssimo).

4) Outros, como o Rui, do Cataláxia, passaram mais discretamente pelo evento cultural. O Rui, aliás, lamenta que as pessoas se interessem mais por sexo, ainda que literário, do que pela Política Agrícola Comum, mesmo se literária. Não é o meu caso, acredite: a mim, quem me tira a PAC, tira-me tudo. E não sou agricultor.

5) Da Charlotte (e do Carlos Quevedo), recuso-me a falar pelo exacto motivo a que ela já aludiu no Bomba. Leiam-no e garanto-vos que não haverá muitas circunstâncias em que a recíproca seja tão verdadeira.

6) O desgraçado do Bichomau, quis-me parecer, concentrou todas as atenções da (escassa mas valiosa representação) da blogosfera feminina. É assim mesmo, Rui, e acrescento: raios te partam.

7) No rescaldo, a Papoila escreveu que eu tenho um ‘olhar meigo’ e um ‘penteado assim’. Lá que ela me arruíne de vez a reputação, vá que não vá, mas ‘um penteado assim’? Minha cara, peço-lhe um esclarecimento: que espécie de penteado queria que eu tivesse?