quarta-feira, agosto 04, 2004

Sempre esta inquietação

Na Sic Notícias, vejo José Mário Branco distinguir a cultura “imperialista” norte-americana do jazz: o jazz, pá, é música de liberdade, é música de escravos (?). Presume-se que por oposição à música da opressão, feita por burgueses.
E ora aqui está, inteiramente de borla, nova razão para odiarmos o José Mário, rematado burguês e ainda por cima Branco. Porém, sendo reaccionário, não ligo muito a essas grelhas de avaliação e até gosto de duas ou três coisas do moço. Peço-lhe desculpa por isso.