quinta-feira, março 23, 2006

Não ver a bola

Sobrevoo a blogosfera e o assunto é único. É mesmo obrigatório escrever sobre o Porto–Sporting? Pronto, que remédio. Mas aviso: como não vi o jogo, e não o veria mesmo que me pagassem (aí depende, sou um bocado galdério), corro o risco de repetir aquilo que os jornais e os restantes blogues já disseram. A partida pautou-se pelo equilíbrio. O Vítor Baía decidiu o encontro. O árbitro não esteve bem (ou esteve, já não me lembro). O Sporting deixou escapar o Jamor por muito pouco. Foi uma final antecipada. Em questão de minutos, uma besta passa a bestial. Vice-versa. Os sportinguistas estão com azia - ou seria com azar? O desafio opôs as duas melhores equipas portuguesas. Chega?
De brinde, fica ainda o que aprendi hoje sobre a bola: o Barcelona venceu uma outra equipa, alargou a distância sobre o Real Madrid e está a um passo de revalidar o título espanhol (inclui o País Basco). Mais: o Deco é contra a compra do selo do carro pela internet, mas o Ronaldinho Gaúcho, palpita-me, é a favor. A terminar, solto um grito de “Somos os maiores!” (o sujeito é o que vocês quiserem) e espero não ouvir falar de futebol até ao “mundial”, o qual, se houver Deus e Ele for justo, não acontecerá nos próximos 36 anos. Ou 35, vá lá.